Velejada sexta, 28 de novembro

Os ventos NE que estão assolando o litoral catarinense durante a semana toda chegaram nessa sexta-feira em Araranguá beirando os 30km/h.
O rio estava limpo, baixo, mas com ondas grandes, gordas e com buracos.  Tempo bom de sol e a água já está agradável, mas o vento forte esfria bastante.
Saí com o Alexandre no Tirano, meu laser. Sozinho era complicado segurar o barco. Juntos somamos 135 kg. Ele ficou na proa e eu timoniando.

Fomos até após a barrinha, em orças sem fim.Tivemos dois incidentes na ida. O primeiro deles foi um moitão experimental de plástico que estourou. Ele estava na redução da esteira e com seu rompimento, a vela correu na retranca, ficando abaloada. Fomos até a margem, numa prainha e corrigimos o problema. Porém, ao sair ao rio novamente, fui caçar o leme e o cabinho que caça a pá do leme estava solto na água. Tive que tirar a cana e sacar o leme, arrumá-lo e colocá-lo de volta, tudo isso pulando nas ondas e sendo lavado por elas, lutando para manter o barco de través no vento forte, que insistia em querer nos colocar de popa. Resolvido o problema foi só lavar a alma.

Na volta em popa rasa, o Tirano veio num surfe forte, engolindo água pela proa e rasgando as ondas que apareciam pela frente. Rapidinho chegamos no clube.´

Ótima velejada de ventos fortes, que fiquem por aqui por mais tempo!

Gustavo.

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